Como bom gaúcho, CUSCO é o nome que se dá para cachorro viralata, mas aqui vamos falar da cidade peruana, propriamente dita.
Me hospedei em um hotel perto da plaza de armas, Emperador Plaza, cerca de U$ 50,00 de diária, quarto grande e relativo conforto.
Já conhecia Cusco e o Vale Sagrado, Machupichi, etc... então tirei o dia para descansar, bater perna, tirar fotos e fazer alguns roteiros que não fiz na outra viagem.
Um desses foi pegar a Tramia. É uma mistura de bonde e caminhão, antigo transporte de Cusco, e que agora sai de uma em uma hora da plaza de armas e leva você até o topo de um dos morros que circunda Cusco. Custa R$ 15 soles, o que dá uns R$ 10,00, e vale a pena. Não o fiz da outra vez por falta de tempo.
Também visitei Orycancha, umas ruínas dentro de uma igreja e outros roteiros dentro da simpática cidade. O centro de Cusco é extremamente policiado (polícia turistica) o que até preocupa, sinal do alto índice de roubo de turistas. Mas não vi nada nesse sentido. Passei o dia "batendo perna".
terça-feira, 20 de abril de 2010
segunda-feira, 19 de abril de 2010
Puerto Maldonado a Cusco
A rodovia está "quase" pronta, faltando uns 80km dos 530km entre Puerto Maldonado e Cusco.
O problema é que deixaram por último os piores quilômetros, atravessando a cordilheira ainda na parte da floresta amazônica. Para variar (lei de murphy) choveu torrencialmente no dia anterior e durante todo noite.
A estrada, na parte que ainda está sem pavimento, estava um sabão. Com a GS carregada do jeito que estava, se estivesse com pneus lisos, provavelmente não passaria ileso.
A grande novidade do dia é que, quando começou o piso de terra, encontrei um camarada numa moto. Quando vejo a moto Falcon com placa de Novo Hamburgo, parei-o imediatamente.
O Marcelo tem 25 anos e é aviador agrícola. Nas entre-safras viaja, com o dinheiro acumulado nos meses de trabalho. Gente boa demais.Resolvemos seguir juntos até Cusco. Decisão acertada.
Um item interessante da viagem é que a estrada "fecha" se um grande trecho o dia inteiro e só abre durante 1 hora, entre as 12:00h e as 13:00. E são duas barreiras. Não podes parar entre elas. E não sabíamos disso. Chegamos 40 minutos antes da barreira abrir, ainda bem. Aproveitamos para comer uma bananas da floresta.
Apesar do barro, passamos bem. Para nada omitir, tombei, quase parado, dentro de um riacho. Apesar de colocar o controle de tração no modo off-road da GS, quando arrancamos de uma parada me esqueci de acioná-lo. Ao atravessar um córrego, carregado de água pelas chuvas, a roda deslizou na pedras, o controle de tração ativo, perdi o motor, e me quedei. Isso não foi nada. Eu e o Marcelo levamos uns 5 minutos para levantar a GS. Se tivesse sozinho, ia precisar esperar alguma boa alma alheia passar. Ou descarregar toda la moto.
O ponto alto da estrada tem 4.725m. A falcom, carburada, peidou bastante, mas foi bem. Chegou a marcar 8 graus no topo da cordilheira. Saí de Puerto Maldonado com 32 graus.
Chegamos em Cusco as 6 da tarde, noite. Sujo e bastante desgastado. Resolvi ficar mais um dia em Cusco para me recuperar. Vou ter que mudar o roteiro e ir a Lima para verificar o pneu e o fato do cardã estar babando.
O problema é que deixaram por último os piores quilômetros, atravessando a cordilheira ainda na parte da floresta amazônica. Para variar (lei de murphy) choveu torrencialmente no dia anterior e durante todo noite.
A estrada, na parte que ainda está sem pavimento, estava um sabão. Com a GS carregada do jeito que estava, se estivesse com pneus lisos, provavelmente não passaria ileso.
A grande novidade do dia é que, quando começou o piso de terra, encontrei um camarada numa moto. Quando vejo a moto Falcon com placa de Novo Hamburgo, parei-o imediatamente.
O Marcelo tem 25 anos e é aviador agrícola. Nas entre-safras viaja, com o dinheiro acumulado nos meses de trabalho. Gente boa demais.Resolvemos seguir juntos até Cusco. Decisão acertada.
Um item interessante da viagem é que a estrada "fecha" se um grande trecho o dia inteiro e só abre durante 1 hora, entre as 12:00h e as 13:00. E são duas barreiras. Não podes parar entre elas. E não sabíamos disso. Chegamos 40 minutos antes da barreira abrir, ainda bem. Aproveitamos para comer uma bananas da floresta.
Apesar do barro, passamos bem. Para nada omitir, tombei, quase parado, dentro de um riacho. Apesar de colocar o controle de tração no modo off-road da GS, quando arrancamos de uma parada me esqueci de acioná-lo. Ao atravessar um córrego, carregado de água pelas chuvas, a roda deslizou na pedras, o controle de tração ativo, perdi o motor, e me quedei. Isso não foi nada. Eu e o Marcelo levamos uns 5 minutos para levantar a GS. Se tivesse sozinho, ia precisar esperar alguma boa alma alheia passar. Ou descarregar toda la moto.
O ponto alto da estrada tem 4.725m. A falcom, carburada, peidou bastante, mas foi bem. Chegou a marcar 8 graus no topo da cordilheira. Saí de Puerto Maldonado com 32 graus.
Chegamos em Cusco as 6 da tarde, noite. Sujo e bastante desgastado. Resolvi ficar mais um dia em Cusco para me recuperar. Vou ter que mudar o roteiro e ir a Lima para verificar o pneu e o fato do cardã estar babando.
domingo, 18 de abril de 2010
Puerto Maldonado - Peru
Acordei cedo em Vilhena. A estrada vazia, pois era domingo, e uma pequena névoa cobria a paisagem, o que a deixava com contornos mais interessantes. Logo cheguei ao Acre. Estou sendo telegráfico e os pouparei de contar as várias conversas ao longo do dia. Na parada desta foto, por exemplo, vieram correndo uma série de moradores no entorno - difícil ver casas né - de máquinas fotográficas em punho para sacá-las de la moto.
Não cheguei a ir até Rio Branco, pois no trevo de 4 bocas há indicação da Rodovia do Pacífico (ou Interoceânica). Se segue na direção de Plácido de Castro, atalhando assim um bom caminho. Nos mapas essa rodovia aparece com AC-401, mas na placa está como BR-317.
A estrada irregular, remendada, mas não há buracos como em Rondônia.
Cheguei a Assis Brasil, na divisa com Inapari no Perú as 12:40 (horário do Perú, 2 horas a menos que o de Brasília). A imigração estava fechada, abrindo as 14:30h. Acabei almoçando em Assis Brasil e fiquei de bate papo com moradores locais.
O ingresso no Peru demorou mais de 1hora e se alguém quer saber como agilizar é o seguinte:
a) tem que dar saída do Brasil e apresentar o papel na Perú. Isso é feito na PF, que fica em um pórtico quando você vai para Assis Brasil - não tem como errar. Não fiz isso e tive que voltar. Lá na PF me informaram que pela manhã tinha passado outro motociclista, sozinho, que faria o mesmo trajeto meu, e era de Novo Hamburgo,
b) tem que tirar cópia dos seguintes documentos: identidade ou passaporte, documento do veículo, carteira de motorista (me esqueci desta) e pasmem, do boleto de entrada do peru que você faz na imigração.
Tem na imigração uma barraquinha com máquina de cópias, que se encontrava fechada, O funcionário da alfândega quebrou esse galho, junto com a cópia da carteira de motorista que não havia tirado antes. Abaixo, foto da imigração peruana, bem diferente da nossa.
Com todos esses atrasos, queria chegar em Puerto Maldonado antes de escurecer. Muitas curvas e, no lusco-fusco, em um areião em uma ponte, peguei um bando de vacas. Os bovinos ficaram tão assustados quanto eu, acredito, desvia de uma ou de outra, e nada de mais grave. Por falar nisso, animais na pista são comuns, tem que ficar esperto.
Mas cheguei em Puerto Maldona já no começo da noite e aí veio um problema. Cansado, depois de um dia de viagem, colocar a moto numa balsa de 10 metros quadrados por uma rampa de madeira. Já vi até foto disso pela internet. Bem, mas ela entrou. Entrou e saiu, junto com outras 3 motos pequenas peruana (alguém deve errar a rampa de vez em quando e se estatelar).
Mas a saída é pior do que a entrada, pois a balsa estaciona de frente para uma subída íngreme (um morro de terra mesmo). Os peruanos saem embalando de dentro da balsa e até com o balseiro empurrando para pegar pique. A GS, com torque, e calçada com os karoo tirou de letra, mas quando cheguei lá em cima vi que os 3 motociclistas peruanos estavam esperando (e apostando provavelmente) que uma moto daquele tamanho não conseguiria embalar da balsa e subir o morro tão fácil. Decepcionei-os.
Pousei na Cabana Kinta, um hotel com vários bangalos, até que agradável e diária de cerca de 40 dólares.
RELATOS DETALHADOS DESSE ROTEIRO PODEM SER VISTOS NO POST DO AMIGO E COMPANHEIRO MARCELO RESENDE.
http://marceloresende.multiply.com/journal/item/8/8
Não cheguei a ir até Rio Branco, pois no trevo de 4 bocas há indicação da Rodovia do Pacífico (ou Interoceânica). Se segue na direção de Plácido de Castro, atalhando assim um bom caminho. Nos mapas essa rodovia aparece com AC-401, mas na placa está como BR-317.
A estrada irregular, remendada, mas não há buracos como em Rondônia.
Cheguei a Assis Brasil, na divisa com Inapari no Perú as 12:40 (horário do Perú, 2 horas a menos que o de Brasília). A imigração estava fechada, abrindo as 14:30h. Acabei almoçando em Assis Brasil e fiquei de bate papo com moradores locais.
O ingresso no Peru demorou mais de 1hora e se alguém quer saber como agilizar é o seguinte:
a) tem que dar saída do Brasil e apresentar o papel na Perú. Isso é feito na PF, que fica em um pórtico quando você vai para Assis Brasil - não tem como errar. Não fiz isso e tive que voltar. Lá na PF me informaram que pela manhã tinha passado outro motociclista, sozinho, que faria o mesmo trajeto meu, e era de Novo Hamburgo,
b) tem que tirar cópia dos seguintes documentos: identidade ou passaporte, documento do veículo, carteira de motorista (me esqueci desta) e pasmem, do boleto de entrada do peru que você faz na imigração.
Tem na imigração uma barraquinha com máquina de cópias, que se encontrava fechada, O funcionário da alfândega quebrou esse galho, junto com a cópia da carteira de motorista que não havia tirado antes. Abaixo, foto da imigração peruana, bem diferente da nossa.
Com todos esses atrasos, queria chegar em Puerto Maldonado antes de escurecer. Muitas curvas e, no lusco-fusco, em um areião em uma ponte, peguei um bando de vacas. Os bovinos ficaram tão assustados quanto eu, acredito, desvia de uma ou de outra, e nada de mais grave. Por falar nisso, animais na pista são comuns, tem que ficar esperto.
Mas cheguei em Puerto Maldona já no começo da noite e aí veio um problema. Cansado, depois de um dia de viagem, colocar a moto numa balsa de 10 metros quadrados por uma rampa de madeira. Já vi até foto disso pela internet. Bem, mas ela entrou. Entrou e saiu, junto com outras 3 motos pequenas peruana (alguém deve errar a rampa de vez em quando e se estatelar).
Mas a saída é pior do que a entrada, pois a balsa estaciona de frente para uma subída íngreme (um morro de terra mesmo). Os peruanos saem embalando de dentro da balsa e até com o balseiro empurrando para pegar pique. A GS, com torque, e calçada com os karoo tirou de letra, mas quando cheguei lá em cima vi que os 3 motociclistas peruanos estavam esperando (e apostando provavelmente) que uma moto daquele tamanho não conseguiria embalar da balsa e subir o morro tão fácil. Decepcionei-os.
Pousei na Cabana Kinta, um hotel com vários bangalos, até que agradável e diária de cerca de 40 dólares.
RELATOS DETALHADOS DESSE ROTEIRO PODEM SER VISTOS NO POST DO AMIGO E COMPANHEIRO MARCELO RESENDE.
http://marceloresende.multiply.com/journal/item/8/8
sábado, 17 de abril de 2010
Vilhena, começo de Rondônia a Vista Alegre, final de Rondônia
Planejava chegar em Rio Branco, mas a buraqueira da BR364 é um negócio impressionante.
O pneu traseiro perdeu ar nas pancadas, consertado com a ajuda de um “mestre” borracheiro de beira de estrada. Perdi o salpicadeiro traseiro da GS (mini paralama traseiro), em dois momentos, num primeiro buraco perdeu a parte de baixo e num segundo entortou de vez. Tive que tirá-lo em Ji Paraná;
Para variar, o cardã começou a babar.
Bem, voltemos ao relato, enquanto escrevo aqui num notebook, num bar de vista alegre, tomando uma cerveja gelada e esperando a janta. Celular nem pensar, o sinal mais próximo deve estar a 300km daqui.
Saí de Villhena pela manhã, cedo, as 6h. O desgaste do pneu em “velocidade de cruzeiro” me assustou. Assim, decidi baixar para os 120 por hora. Nem precisava, pois a rodovia é controlada por buracos. Perto de Cacoal, então, nem se fala. Os buracos povoam a Rondônia inteira.
Como rodei com o pneu traseiro murcho, o “Tião borracheiro” disse que afetou a banda de rodagem. Pega daqui e dali, num se acha pneu em Ji-Paraná. O Rubico, proprietário de uma V-Strom em Ji Paraná me emprestou um usado dele, para alguma emergência. O estou carregando em cima da mala traseira.
Perdi a conta de carros com pneus estourados e até vi um acidente entre uma hilux e um caminhão, fruto dos desvios abruptos de caminhões por causa dos buracos e nem olham para trás, quem vem que se cuide. E a hilux foi ultrapassar na hora errada. Prejuízo só material.
Eu mesmo fui jogado para o acostamento contrário algumas vezes, até pegar o jeito.
Meu dia foi assim, serpenteando pelos buracos, andando a 100 por hora e as vezes menos. Imagino a tortura dos caminhoneiros.
Queria chegar em vista alegre antes de anoitecer. Todos com quem conversei, literalmente todos, disseram para evitar ficar nas cidades do norte do Rondônia, muito violentas segundo dizem.
Cheguei a na balsa do rio madeira com o sol dando seus últimos suspiros, e lá fiquei por quase 1,5 hora. A balsa encalhou.
Saindo de lá cheguei em vista alegre, uns 30km depois. Cidade pequena mas muito simpática, hotel com TV e ar condicionado. Em frente um bar que serve uma cerveja bem gelada e um bifê na chapa.
Nota sobre Vista Alegre: agradável surpresa, a janta em frente ao hotel, em um bar simples, foi digna de nota. Um filé sobre uma chapa quente, com braseiro em baixo, queijo também sobre a chapa e banana, acompanhamento de arroz, farofa e um feijão que não era preto. Gostossísima, jantar dos deuses, no fim do mundo.
sexta-feira, 16 de abril de 2010
Cuiabá a Vilhena, entrando em Rondônia
Rondônia! Está aí um estado da federação que acredito nunca ter visitado.
Recebi no café da manhã do Hotel Deville de Cuiabá a companhia do Jorge e o Célio, gente boníssima, do grupo V-Strom. O Jorge, inclusive, apesar das minhas insistências para não se incomodar, acabou me buscando no aeroporto ontem a noite e me deixou no hotel.
Encerrada a agradável conversa, recebi carona para pegar a moto. Após, o ritual de todo motoviajante, organizar as bagagens e fazer check-out no hotel. Acabei saindo lá pelas 11hs, bastante atrasado para meu gosto.
A BR174 de Cuiabá a Vilhena está mais de 98% em boas condições, reformas em várias partes, mas os 2% restantes tem uma crateras lunares gigantescas e, para piorar, o asfalto vem bom e de repente o buraco. De moto foi relativamente fácil desviar, mas de carro acredito que tem muita gente trocando pneu e roda.
Acabei chegando em Vilhena no final da tarde. Freiei meu ímpeto de seguir adiante e fui procurar hotel. Me indicaram dois relativamente decentes, o Santa Rosa e o Diplomata, ambos nas cercanias da Rodoviária. Fiquei no primeiro, R$ 50,00, quarto grande, limpo, tv, frigobar, ar condicionado e um bom banho. Tem até wireless, de onde escrevo o presente post.
Estou a 1.250km de Rio Branco, meu destino de amanhã. Quero ver se saio cedo.
Nota sobre o Pneu: primeiro trajeto longo que faço com os mtezeler Karoo T. Excelentes, pequena vibração, nada que incomode, chega-se a esquecer o pneu off ao se rodar no asfalto, mantendo média de cruzeiro dos pneus "on road" usados anteriormente. Peguei pequena chuva, nenhum susto. Vamos ver a durabilidade.
Recebi no café da manhã do Hotel Deville de Cuiabá a companhia do Jorge e o Célio, gente boníssima, do grupo V-Strom. O Jorge, inclusive, apesar das minhas insistências para não se incomodar, acabou me buscando no aeroporto ontem a noite e me deixou no hotel.
Encerrada a agradável conversa, recebi carona para pegar a moto. Após, o ritual de todo motoviajante, organizar as bagagens e fazer check-out no hotel. Acabei saindo lá pelas 11hs, bastante atrasado para meu gosto.
A BR174 de Cuiabá a Vilhena está mais de 98% em boas condições, reformas em várias partes, mas os 2% restantes tem uma crateras lunares gigantescas e, para piorar, o asfalto vem bom e de repente o buraco. De moto foi relativamente fácil desviar, mas de carro acredito que tem muita gente trocando pneu e roda.
Acabei chegando em Vilhena no final da tarde. Freiei meu ímpeto de seguir adiante e fui procurar hotel. Me indicaram dois relativamente decentes, o Santa Rosa e o Diplomata, ambos nas cercanias da Rodoviária. Fiquei no primeiro, R$ 50,00, quarto grande, limpo, tv, frigobar, ar condicionado e um bom banho. Tem até wireless, de onde escrevo o presente post.
Estou a 1.250km de Rio Branco, meu destino de amanhã. Quero ver se saio cedo.
Nota sobre o Pneu: primeiro trajeto longo que faço com os mtezeler Karoo T. Excelentes, pequena vibração, nada que incomode, chega-se a esquecer o pneu off ao se rodar no asfalto, mantendo média de cruzeiro dos pneus "on road" usados anteriormente. Peguei pequena chuva, nenhum susto. Vamos ver a durabilidade.
terça-feira, 13 de abril de 2010
terça-feira, 6 de abril de 2010
Planejando a Viagem ao Peru
No próximo dia 16 embarco para Cuiabá, onde pego a moto e sigo em direção ao Acre, para adentrar ao Perú. Deixarei a moto em Lima dia 25/04, retornando de avião, para depois pegá-la no final de maio e continuar subindo para o Equador, Colômbia e Venezuela.
O Perú é o terceiro maior país da América latina e o tempo é pouco. Como já conheço Cuzco, Machupichu, pois entrei de carro por Puno, atravessando de balsa o lago Titicaca na Bolívia, descendo depois para Nazca e Arequipa, nessa viagem resolvi privilegiar um pouco mais o "centro" do país.

Assim, meu objetivo é, a partir de Rio Branco no Acre, pernoitar em Puerto Maldonado, depois um pouco adiante de Cuzco, para seguir para Huaraz e a Cordilheira Branca, com tempo de retornar e conhecer um pouco de Lima.
Encontra-se muito material na Internet, desde mapas, quadro de distância e informações vitais e atualizadas.
Mas os livros ainda são, para mim, uma fonte de pesquisa e leitura indispensável (leio muito, sempre, sobre o lugar que vou viajar... sugiro que façam isso.... já viajei com colegas, de moto ou carro, que não tinham a mínima idéia para onde estavam indo, consequentemente, acabava como um guia involuntário... o que é um saco... hehehe)
Já tenho há muito tempo a bíblia da América do Sul que é o Guia Criativo para o Viajante Independente da América do Sul.

Numa vasculhada pela Fnac, livraria virtual, acabei encomendando alguns outros:
Apesar das boas fotos e qualidade visual do "Guia Visual" da folha, se quiserem escolher somente um, optem pelo "Rough Guide".
Além disso, é claro, pode se enriquecer a cultura com livros sobre as civilizações que habitaram a região, tanto dos incas como das civilizações pré-incaicas.
O Perú é o terceiro maior país da América latina e o tempo é pouco. Como já conheço Cuzco, Machupichu, pois entrei de carro por Puno, atravessando de balsa o lago Titicaca na Bolívia, descendo depois para Nazca e Arequipa, nessa viagem resolvi privilegiar um pouco mais o "centro" do país.

Assim, meu objetivo é, a partir de Rio Branco no Acre, pernoitar em Puerto Maldonado, depois um pouco adiante de Cuzco, para seguir para Huaraz e a Cordilheira Branca, com tempo de retornar e conhecer um pouco de Lima.
Encontra-se muito material na Internet, desde mapas, quadro de distância e informações vitais e atualizadas.
Já tenho há muito tempo a bíblia da América do Sul que é o Guia Criativo para o Viajante Independente da América do Sul.
Numa vasculhada pela Fnac, livraria virtual, acabei encomendando alguns outros:
Apesar das boas fotos e qualidade visual do "Guia Visual" da folha, se quiserem escolher somente um, optem pelo "Rough Guide".
Além disso, é claro, pode se enriquecer a cultura com livros sobre as civilizações que habitaram a região, tanto dos incas como das civilizações pré-incaicas.
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